Tá.
Então.
Essa semana aconteceu uma coisinha bem chatinha comigo que talvez alguns dos poucos que me leem já estão sabendo... Pra quem não ta sabendo: tentei colocar um ponto final e o destino transformou em vírgula. Fui pro hospital, UTI, todo aquele blá blá blá. IT'S NOT A BIG DEAL, não tenham dó de mim e se quiserem falar algo falem pra mim, não incomodem meus pais como muita gente já foi fazer. Eles estão tristes e é péssimo toda hora alguém ligar pra eles perguntando como eu to. Então: shellym.rodrigues@hotmail.com meu e-mail, eu explico como foi e como estou, mas o mais importante é que to viva e com todas as minhas funções cerebrais funcionando, menos a serotonina!! aquelas sem graça
É isso.
tchauuu
...
e um poema que eu escrevi quase morrendo:
O sino calou
(ensurdeceram)
A cidade parou
(compreenderam)
O mundo congelou
(tão quente...)
Todo mundo olhou
(ninguém viu)
O progenitor ignorou
(o ventre abandonou)
E a menina?
suicidou.
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
avisinho importantíssimo
tem a ver com:
sem tag dessa vez!!!
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Todas as cartas de amor são ridículas.
Por isso não escrevo cartas de amor. E me torno ridícula.
...
Eu não escrevo;
eu despejo.
Minha doença tão amaldiçoada.
Minha genética tão indesejada.
Meus trejeitos tão desajeitados.
Meus detalhes não notados.
Se não tivesse;
a casa, o trauma, a pequena, o vício;
não seria inteira,
não teria início.
Se não fosse;
louca, triste, sozinha e péssima escritora;
não teria,
ela, isso, aquilo e a amadora.
Transbordar palavras;
a melhor enchente.
A mais dolorida,
não evite-a, nem tente.
Nunca o que pediram;
por mais que queira e deseje.
Pra mim escreveram;
pedindo: "não despeje..."
...
Eu não escrevo;
eu despejo.
Minha doença tão amaldiçoada.
Minha genética tão indesejada.
Meus trejeitos tão desajeitados.
Meus detalhes não notados.
Se não tivesse;
a casa, o trauma, a pequena, o vício;
não seria inteira,
não teria início.
Se não fosse;
louca, triste, sozinha e péssima escritora;
não teria,
ela, isso, aquilo e a amadora.
Transbordar palavras;
a melhor enchente.
A mais dolorida,
não evite-a, nem tente.
Nunca o que pediram;
por mais que queira e deseje.
Pra mim escreveram;
pedindo: "não despeje..."
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Preto sem vermelho, limpo.
Esse poema é sobre amor, mas não sobre alguém.
...
Preto sem vermelho, limpo.
Já é noite, meu amor.
Está escuro e sombrio;
Mas eu ainda sinto o ardor.
e o terror de ser vazio.
As desculpas não ouvidas,
e a saudade que me aperta.
As promessas não cumpridas,
sei que não pode estar certa.
Mas mesmo escuro e vazio,
(mesmo que doa e eu chore)
meu coração já tão sombrio,
(e eu imploro - não demore!)
vai aos poucos percebendo,
(eternamente apaixonada)
porém jamais te esquecendo,
(pois por você não sou amada).
...
Preto sem vermelho, limpo.
Já é noite, meu amor.
Está escuro e sombrio;
Mas eu ainda sinto o ardor.
e o terror de ser vazio.
As desculpas não ouvidas,
e a saudade que me aperta.
As promessas não cumpridas,
sei que não pode estar certa.
Mas mesmo escuro e vazio,
(mesmo que doa e eu chore)
meu coração já tão sombrio,
(e eu imploro - não demore!)
vai aos poucos percebendo,
(eternamente apaixonada)
porém jamais te esquecendo,
(pois por você não sou amada).
tem a ver com:
amor,
poemas,
Poemas; contos; mimimi; suicídio; 15
Poema (ou quase) (ou não) (sei lá)
Atenção: esse poema NÃO é sobre paixão, tesão ou qualquer 'ão'. Esse poema é sobre amizade. Única e exclusivamente amizade.
...
10/06/2013
Moça!...
Você diz pra mim
que sou especial.
Se me vê assim...
Cuida de mim?
Você lê o que escrevo
e diz que tenho talento;
Meu talento é o sofrimento;
Meu talento é o tormento.
Você me deixa fumar,
me dá o fim da sua cerveja.
Mas será que vai deixar,
se eu quiser te abraçar?
Não sei escrever poemas,
sou vazia demais, eu acho.
Mas estou cheia de problemas,
e escrevo pra você
pois em você eu me encaixo.
...
10/06/2013
Moça!...
Você diz pra mim
que sou especial.
Se me vê assim...
Cuida de mim?
Você lê o que escrevo
e diz que tenho talento;
Meu talento é o sofrimento;
Meu talento é o tormento.
Você me deixa fumar,
me dá o fim da sua cerveja.
Mas será que vai deixar,
se eu quiser te abraçar?
Não sei escrever poemas,
sou vazia demais, eu acho.
Mas estou cheia de problemas,
e escrevo pra você
pois em você eu me encaixo.
Anedota no rodapé do meu caderninho amarelo.
05/04/2013
Fecho os olhos e fujo. Daqui, deles, de mim. Eu sei que posso viver, mas dói, e eu não quero. Eu sei que posso ser tudo, mas escolho ser nada. Eu sei que posso voar, mas estou paralisada de medo da queda.
Eu não tenho mais esperança, eu não tenho mais vontade de realizar meus sonhos (e eu mal tenho sonhos...), estou decepcionada com o futuro, porque o passada me decepcionou e o presente me decepciona todo maldito dia.
Fecho os olhos e fujo. Daqui, deles, de mim. Eu sei que posso viver, mas dói, e eu não quero. Eu sei que posso ser tudo, mas escolho ser nada. Eu sei que posso voar, mas estou paralisada de medo da queda.
Eu não tenho mais esperança, eu não tenho mais vontade de realizar meus sonhos (e eu mal tenho sonhos...), estou decepcionada com o futuro, porque o passada me decepcionou e o presente me decepciona todo maldito dia.
tem a ver com:
:(,
:c,
))):,
aleatórios,
anedotas,
antigos,
depressão,
desabafo,
dor,
drama,
morte,
pensamentos,
rodapé
sábado, 3 de agosto de 2013
E o mar é tão eterno…
Seu peito arde em dor e vontade. Vontade do que teve e do que não teve, vontade de conhecer e de rever. Fecha os olhos e quase pode sentir na pele o ar frio da noite, abre-os e está em casa, sem ar frio. Se assusta com o nível de imaginação que pode atingir.
A dor é tanta que se fecha. Se fecha pra si atrás de uma porta e como fechadura usa um sorriso que só quem questiona consegue abrir. Poucos questionam, e não sabe se esse é o problema ou a solução.
Decidida a ser: tentou de tudo, mas não havia jeito… invisível. Não dá pra sentir falta de quem nunca esteve presente. E não estava. Não dá pra sentir o gosto se nunca provou. Não tem como querer de volta o que nunca foi seu. Por isso essa mania de ser livre e original fazia com que ninguém a quisesse de volta, e nem quisesse de qualquer outra forma.
Sem chance. Sem chance de ter outra chance ou de mudar de repente, num flash, se ver em outro mundo em outro ano. Não era desse tipo. Vivia o agora e agora não queria viver.
Diz adeus com o sorriso feio e os olhinhos brilhantes, sem resposta, já que ninguém lhe acena de volta ou lhe pede pra ficar. Melhor assim, pensa. Pior assim, sente. Mas vai. Se joga no mar e se mistura com as ondas, se perdendo por um eterno minuto de uma decisão tomada por uma vida.
Tempos depois, volta renovada, como a sereia que tem uma segunda chance. Mas não é mais ela. Para todos foi um alarme falso, tentativa falha de gritar atenção. Para si, sucesso! Já não existe mais. E nesse fluxo absurdo de palavras tragadas e sufocada no seu infinito particular, se abre com suas lágrimas.
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