quinta-feira, 11 de abril de 2013

Pequenos contos inspirados em pequenas divagações em momentos aleatórios

E se a aranha continuasse subindo pela parede mesmo com medo de talvez vir uma chuva forte, mas nunca viesse e ela chegasse ao topo? E se no topo ela visse que lá embaixo era melhor? E se lá em cima fosse um telhado sujo quando lá embaixo era uma parede lisa e confortável?
A dona arranha teria subido pela parede sem nenhuma chuva forte para derrubá-la. Mas lá em cima, quando, finalmente!, alcançou o tão esperado topo, ela viu que não era isso, não era aquilo.
Chorou por três dias seguidos e começou a descida.
Veio uma chuva forte, morreu na queda.

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